quarta-feira, 8 de maio de 2013

Pelas mais altas falésias da Europa continental




Desta vez fomos até as falésias da serra do risco, mais propriamente na costa a sul de Sesimbra. A serra do Risco é uma maciço que acaba abruptamente sobre o mar, do alto dos seus trezentos metros, constituindo a falésia mais alta da Europa Continental.

Iniciámos a nossa actividade um pouco atrasados, já passava das 9:00 horas, a temperatura aquela hora e a ausência de vento faziam adivinhar uma longa e quente jornada.  


Inicio da caminhada
 


Pelo maquis da Arrábida descemos à baía do Calhau da Cova, que outrora serviu de refúgio a embarcações de pesca e de alojamento de pescadores que ocupavam lugares próximos de pequenas enseadas.

 

Diversos aspetos das falésias

Descida para o Calhau da Cova

Dalí pudemos avaliar a imponência das falésias altaneiras e admirar uma das mais belas paisagens da costa portuguesa.



A imponente falésia do Risco


 
Vimos as ruinas dos refúgios (armação) dos pescadores e forte do Calhau da Cova e aproveitamos para descansar um pouco, antes de iniciar a vertiginosa subida falésia acima.



Ruinas


Em seguinda descemos ao antigo forte do Calhau da Cova.




Forte do Calhau da Cova
Escadas do forte



Iniciámos a subida desde o forte, uma das maiores e mais inclinadas subidas de todas as nossas caminhadas.



Inicio da Subida da Falésia






Durante a ascensão também tivemos um pouco de escalada, com paisagens maravilhosas que tornavam a ascensão psicológicamente mais fácil.






e finalmente o topo da falésia onde aproveitámos um breve descanso para o banana time.



O Topo da Falésia

A vista do cima da falésia


Após o 1º lanche continuámos o nosso périplo sempre pela orla da falésia até ao seu ponto mais elevado o marco geodésido do píncaro.





Descemos em seguida ao vale do Risco que atravessámos até ao leito seco da Ribeira do Risco, onde a força das águas talhou enormes crateras, formação geológica denominada Marmitas de Gigantes, que dão o nome a este percurso e onde sentimos o verdadeiro poder da natureza. Trata-se de depressões, mais ou menos arredondadas, com dimensões bastante variáveis, provocadas pelo movimento turbilhonar da água e consequentemente um movimento circular dos seixos na rocha calcárea.



Marmitas do Gigante

Daqui percorremos a distância até à vista de Sesimbra por onde descemos por antigos e belos trilhos com uma vista impressionante sobre Sesimbra e seu Porto e Castelo.

Parte final


Sesimbra a vista


Castelo de Sesimbra


Subimos novamente até ponto de inicio e finalizámos esta actividade que apesar do calor e do cansaço acumulado foi de facto uma bela caminhada por locais lindissimos da nossa costa. 
Subida para o ponto inicial



 Até para a semana!